
É que meus textos são breves, suaves.
Gosto de sussurrar nos ouvidos do meu caderno.
Escrevo com o peso de uma pluma.
Sabe assim: leve e certeiro, procuro o alvo.
O papel em que escrevo levita - essa é a cena que vislumbro.
Voa como uma pomba branca
À espera de palavras que o preencham de cor e de amor.
O caderno vira flor, vira borboleta, vira arco-íris.
Tudo que se puder imaginar
Lá vai estar...
Montanhas altas , mares azuis, céus estrelados
Meu caderno é imenso, é intenso e tudo comporta.
Abre sua porta
Entra nele como num filme encantado.
Uma fábula.
Usa a imaginação, que pra ela sobra espaço
no meu caderno...
Os braços dele são longos, muito podem alcançar,
no intervalo de um abraço
Seus ouvidos adoram músicas e vibram com estórias criativas.
E ele caminha, ele tem pernas, o meu caderno.
Quando está cansado, faz um beiçinho,
Entao o carrego como a uma criança...
Porque ele não me cansa!
Meu amigo e companheiro, de todas as horas.
De horas insone, de horas desperta
De horas e horas sonhando acordada.
Tudo isso ele abriga em suas folhas, com alegria.
Eu e meu caderno: amigos eternos.
E torno a escrever , quando abro suas páginas
Encho de versos, de ilusões, de paixões e de dissabores.
Porque também a decepção ele aceita.
Eu disse, a amizade é verdadeira: alegrias e tristezas compartilhamos.
Eu e meu caderno.
Gosto de sussurrar nos ouvidos do meu caderno.
Escrevo com o peso de uma pluma.
Sabe assim: leve e certeiro, procuro o alvo.
O papel em que escrevo levita - essa é a cena que vislumbro.
Voa como uma pomba branca
À espera de palavras que o preencham de cor e de amor.
O caderno vira flor, vira borboleta, vira arco-íris.
Tudo que se puder imaginar
Lá vai estar...
Montanhas altas , mares azuis, céus estrelados
Meu caderno é imenso, é intenso e tudo comporta.
Abre sua porta
Entra nele como num filme encantado.
Uma fábula.
Usa a imaginação, que pra ela sobra espaço
no meu caderno...
Os braços dele são longos, muito podem alcançar,
no intervalo de um abraço
Seus ouvidos adoram músicas e vibram com estórias criativas.
E ele caminha, ele tem pernas, o meu caderno.
Quando está cansado, faz um beiçinho,
Entao o carrego como a uma criança...
Porque ele não me cansa!
Meu amigo e companheiro, de todas as horas.
De horas insone, de horas desperta
De horas e horas sonhando acordada.
Tudo isso ele abriga em suas folhas, com alegria.
Eu e meu caderno: amigos eternos.
E torno a escrever , quando abro suas páginas
Encho de versos, de ilusões, de paixões e de dissabores.
Porque também a decepção ele aceita.
Eu disse, a amizade é verdadeira: alegrias e tristezas compartilhamos.
Eu e meu caderno.



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