quarta-feira, 8 de junho de 2011

Poema Incerto



Vazia tela
Branco papel
Incerta ideia
Enevoado alvo
Sombria noite
Nublado dia
Camuflado verso
Chegou ao inverso
Fugaz poema
Escapa da mão
Faz morada
Na tresloucada
Imaginação

4 comentários:

Olho no olho disse...

Muito profundo, parabéns!

Camila Passatuto disse...

De tanto ritmo, o poema dança na boca.

Tatiana Kielberman disse...

Nada é incerto em seus versos, querida!!

Beijo grande!

Cristiano Melo disse...

Enquanto houver imaginação, haverá criação, AÇÃO, movimento e respiro: suspiro! Não há como voltar, voe Flávia, voe...